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Veja cinco erros que as pessoas cometem no banheiro e não imaginam

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1. Dar descarga com a tampa do vaso sanitário aberta: erro clássico que parece inofensivo. Muita gente nem percebe que faz isso. O problema é que a tampa aberta abre espaço para os germes que estão no vaso e nas fezes. Eles são jogados a uma altura de 2 metros e acabam se espalhando por um raio de 4 metros, ou seja, tomam conta do banheiro. E pior: ficam suspensos no ar por cerca de 2 horas, tempo suficiente para contaminar escovas de dente, toalhas e todos os outros objetos.

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O dr. Bactéria dá outra notícia desagradável: “Imagina uma pessoa com diarreia por causa de uma infecção por salmonela ou algum outro vírus ou bactéria. Essa bactéria vai ser jogada em lugares onde as pessoas colocam a mão, como as maçanetas, e depois podem colocar a mão na boca. Desta forma, a infecção se espalha”.

2. Esvaziar a lixeira só quando estiver cheia: ao contrário de outros países, no Brasil o papel higiênico não é feito para dissolver na água. Por isso, os brasileiros não podem jogar o papel no vaso sanitário, precisam usar a lixeira. O problema é que o hábito é esvaziar essa lixeira apenas quando ela está cheia. Outro erro. O correto é esvaziar todos os dias. E mais do que isso: lavar e desinfetar o recipiente com água sanitária ou com algum desinfetante doméstico.

A dica é sempre optar por lixeiras com tampa e evitar modelos com basculantes em que é preciso empurrar a tampa com as mãos. Além de não vedar a lixeira, elas possibilitam o contato físico com o lixo. O Dr. Bactéria também recomenda a utilização de sacos para lixo. “Vale colocar uma colher de chá de bicarbonato de sódio no recipiente da lixeira e a mesma quantidade dentro do saco plástico, pois o bicarbonato de sódio neutraliza odores e evita a atração de baratas, formigas e moscas”.

3. Só lavar as mãos após usar o banheiro: as mãos devem ser lavadas antes e depois de usar o banheiro. Isso porque até chegar lá, uma pessoa se expõe a uma série de possibilidades de contaminação. Pega em maçanetas, corrimão, barra de ônibus e, desta forma, entre em contato com fungos, bactérias e outros germes. Lavando as mãos assim que entrar ao banheiro, é possível evitar que estes micro-organismos passem para as áreas íntimas do corpo. A higienização antes, porém, não elimina a que vem ao final. “Lavar as mãos depois é imprescindível para evitar a transmissão de bactérias dos genitais para terceiros”, afirma o Dr. Bactéria.

4. Guardar as escovas de dentes da família no mesmo recipiente: o correto é, se forem colocadas em um copo, que cada escova fique em um copo. O ideal é que elas não se toquem para que os micro-organismos não sejam compartilhados. “Cada um com as suas bactérias”, explica o Dr. Bactéria. Ele também afirma que as escovas devem ser trocadas com frequência: no caso das crianças, todos os meses; para os adultos, a cada dois ou três meses. No caso de alguma infecção na boca ou na garganta, quando sarar, tem que trocar a escova. E nada de guardar naquelas caixinhas fechadas. “Desta forma elas não secam, ficam sempre úmidas e isso colabora para a proliferação de micro-organismos”, explica.

5. Usar uma só esponja para tudo: na hora da limpeza, é importante ter esponjas, escovas e panos especiais para o banheiro. Mas, se o objetivo é reduzir ao máximo a presença de bactérias, o ideal é manter duas esponjas para o banheiro: uma para a limpeza da pia e outra para a limpeza do assento e da parte externa no vaso sanitário. Para o interior do vaso, o Dr. Bactéria indica o uso de uma escova sanitária, que deve ser usada diariamente. “O melhor tipo de esponja para a limpeza é a com íons de prata, pois esta tecnologia inibe a proliferação de bactérias, fungos e outros tipos de germes”, ressalta.

R7

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