Energia solar: uma luz para o Nordeste

Não me alisto no exército dos que minimizam o esforço do governo Bolsonaro pela conclusão das obras da Transposição do Rio São Francisco. Ainda falta muito, mas avançou.

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Mas, também não me alinho com os que, inadvertidamente, querem fazer do atual presidente o redentor da obra. Longe disso, vamos combinar.

Concluir os trechos restantes é muito pouco. O Nordeste quer e espera mais porque ainda não teve de Bolsonaro um gesto especial, um novo projeto com o DNA do governo.

Algo que prove que a Presidência considera a região no seu projeto integrado de Nação.

Um bom começo? Grandes aportes, investimentos e incentivos em usinas de energia solar, por exemplo.

Cabe no script do governo o papel de viabilizar um potencial que é natural da região, embora adormecido e relegado por gestões anteriores.

Se catapultar essa vocação e transformá-la em emprego e renda – o principal problema nordestino – , a indústria da energia solar pode tirar o escuro do caminho do presidente e reverter resistências por estas bandas.

Porque se há uma qualidade característica desse povo é a gratidão. E gratidão ilumina.

HERON CID