Mais de 2 toneladas de drogas, granadas e munições são apreendidas no interior do AM

Mais de 2 toneladas de drogas, granadas, armas e munições foram apreendidas durante a “Operação Refino”, da Polícia Civil, no interior do Amazonas, nesta sexta-feira (12). Quatro homens foram presos com o material.

De acordo com o diretor do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), delegado Rafael Allemand, as investigações sobre o grupo criminoso tiveram início há cerca de um mês e o local onde eles estariam foi identificado pela polícia.

No domingo (7), os policiais iniciaram a operação e foram até a comunidade Cuieras, e em uma ilha localizada no Rio Negro, nas proximidades do município de Novo Airão, no interior do Amazonas.

“A operação iniciou tendo em vista com as informações que chegaram sobre a organização criminosa que fazia o transporte das drogas de Santa Isabel do Rio Negro até a capital Manaus. A informação que recebemos era que de oito a dez pessoas participavam desse grupo e sabíamos que estavam descendo com uma grande quantidade de drogas”, informou o delegado.

No primeiro dia de operação, os policiais conseguiram apreender cerca de 100 quilos de cocaína, metralhadoras, granadas, munições e roupas militares em um sítio na comunidade Cuieras.

Os policiais permaneceram no município, onde nesta sexta-feira (12), cumpriram mandados de busca e apreensão e encontraram mais de duas toneladas de drogas escondidas em uma área de mata.

Conforme o coordenador do Grupo FERA, delegado Juan Valério, os suspeitos estavam no local com o material e foram presos durante a ação.

“Eles tinham armas no local, mas não esboçaram nenhuma reação. Conseguimos realizar todas as buscas sem nenhum tipo de dano ou efeito colateral e felizmente conseguimos prendê-los e apreender os materiais”, afirmou o delegado.

O material apreendido pelos policiais foi levado para a sede do DRCO, no bairro Compensa, em Manaus. Os presos devem responder pelos crime de tráfico de drogas.

Ainda conforme Allemand, as investigações sobre o grupo criminoso devem continuar, para que outros integrantes sejam identificados e presos.

g1 AM