Mortes por coronavírus passam de 600 mil no mundo

As mortes provocadas pelo novo coronavírus passaram de 600 mil no mundo neste domingo (19), de acordo com a universidade americana Johns Hopkins. A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que quase 260 mil novas infecções foram registradas no sábado (18), um recorde pelo segundo dia seguido.

O número – 259,848 casos em 24 horas – fez com que o planeta superasse a marca de 14 milhões de infectados, segundo a contagem da universidade. Essa foi a 1ª vez, de acordo com a OMS, que mais de um quarto de milhão de infecções são registradas em apenas um dia desde o início da pandemia.

A OMS já havia registrado um novo recorde diário na sexta-feira (17), ao incluir nos balanços mais de 237 mil novas ocorrências em um período de 24 horas.

Os Estados Unidos são o país mais afetado pela pandemia, com mais de 3,7 milhão de infecções e mais de 140 mil mortos. Em seguida vem o Brasil, com mais de 2 milhões de infectados e 78,8 mil óbitos.

Em número de infecções, depois dos EUA e do Brasil, estão: Índia (1,07 milhão), Rússia (770,3 mil), África do Sul (350,8 mil), Peru (349,5 mil), México (338,9 mil), Chile (328,9 mil), Reino Unido (295,6 mil) e Irã (271,6 mil).

Em número de mortes, também depois dos EUA e do Brasil, estão: Reino Unido (45,3 mil), México (38,8 mil), Itália (35 mil), França (30,1 mil), Espanha (28,4 mil), Índia (26,8 mil), Irã (13,9 mil) e Peru (12,9 mil).

Contaminações em alta

Neste domingo, a Índia registrou um recorde diário de novos casos, com 38.902 novas ocorrências e 543 mortes confirmadas em 24 horas. Especialistas acreditam que o país ainda está longe de chegar ao pico da epidemia, à medida que os contágios avançam pelas áreas rurais.

Hong Kong também registrou um recorde de novos casos, ao somar mais de 100 infecções em 24 horas. A líder da região semiautônoma, Carrie Lam, disse que a Covid-19 está fora de controle na cidade e ordenou novas medidas de distanciamento social. A região foi uma das primeiras a serem atingidas pelo vírus depois que ele surgiu na China, mas tinha conseguido conter as transmissões locais no fim de junho.

G1